Brasileira Laisinha se machuca e não joga mais na temporada

Chegou aquela que é certamente uma das piores notícias que um desportista quer ouvir. Laisinha vai estar fora do que resta desta temporada, e vai mesmo perder também o início da temporada 2021/22 ao que tudo indica. No encontro das semi-finais da Taça da Liga contra a Quinta dos Lombos, a jogadora caiu depois duma jogada dividida com Dricas e teve de sair do campo carregada.

A brasileira de 26 teve de esperar pelos resultados dos exames que fez, resultados esses que foram bastante assustadores. Num lance aparentemente normal, sem grande contato, a joagdora acabou por ter um problema de aderência com o piso que lhe provocou várias lesões no joelho. Laís fez ruptura total do ligamento cruzado anterior, lesão no menisco e ruptura parcial do ligamento colateral medial.

Estando em abril, e tendo em conta que o tempo de tratamento deste tipo de lesões não costuma ser menor que 6 meses e que ainda precisará de fazer a cirurgia, resta agora uma longa recuperação à brasileira que perderá assim o arranque da próxima temporada.

Laís Prates chegou ao Nun’Álvares esta temporada, ela que é mais conhecida no mundo do futsal por Laisinha muito por culpa do seu 1,54 m e dos seus 50 kg. Natural de Santo André e que conta com passagens por Multiforça Guarulhos e Primeiro de Maio no Brasil, bem como pelo CFS Bilbo em Espanha, passa então agora pela fase mais difícil da sua carreira.

Laís ainda não reagiu a este diagnóstico, mas quando ainda esperava pelos resultados dos exames, deixou uma mensagem na sua conta pessoal de Facebook e agradeceu todo o apoio, mensagem:

“No último sábado ocorreu a Taça da Liga de Portugal na qual ficamos com o vice-campeonato. Minha maior vontade era estar em quadra e principalmente, jogar a final. Mas na vida, por vezes temos momentos difíceis de ultrapassar, infelizmente fui “alvo” de um desses momentos, e me lesionei ainda no primeiro jogo. Contudo, graças à competência e atenção de todo o grupo Nun Álvares, passo por esse momento de cabeça erguida e feliz em fazer parte deste grupo. Quero, publicamente agradecer as inúmeras mensagens que recebi, agradecer a todos meus amigos pela preocupação e carinho que tiveram comigo durante a competição. É com enorme gratidão, satisfação e emoção que constato toda esta força e amizade em meu redor”.

Fonte: Futsal de Primeira• Lisboa | POR/lnf

Sábado de muitos gols para os times cearense

 Ceará e Fortaleza saem vitoriosos pela Copa do Nordeste na tarde de hoje dia 03 de abril em rodada válida pela copa do Nordeste 2021.

O futebol Cearense levou a melhor sobre os pernambucanos e Baianos com os resultados de 4 X o de Ceará sobre o sport e de 2x1 do Fortaleza.

O Ceará está na liderança do grupo com 13 pontos, o atual campeão da Copa do Nordeste recebe o Salgueiro, na Arena Castelão,às 16h, no próximo sábado,pela última rodada da fase de grupos.

Já o Fortaleza com 14 pontos e com a classificação garantida para a segunda fase do torneio vai até Aracaju, no Batista, para encarar a equipe local do Confiança.

Fonte:bansportclub

Taça Brasil

 Dourados vai receber uma das principais competições do calendário nacional de futsal. A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) confirmou nesta terça-feira (23) que a edição 2021 da Taça Brasil será disputada pela primeira vez no Mato Grosso do Sul, entre os dias 20 e 26 de junho, com representantes de oito estados.

Os clubes que farão a composição das vagas serão indicados por suas respectivas Federações, além do Juventude AG, que tem vaga garantida por sediar a competição. Estarão na disputa equipes de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Amazonas, Distrito Federal e São Paulo.

A confirmação foi comemorada pelo presidente do JAG, Thiago Altomare. “Mesmo com todas as dificuldades deste ano, conseguimos trazer a Taça Brasil para o MS pela primeira vez. Teremos grandes equipes do futsal nacional reunidas em Dourados”, afirmou.

A edição 2020 foi disputada apenas em fevereiro deste ano em Tubarão, Santa Catarina, e terminou com o título do Minas Tênis Clube-MG, que venceu o Foz Cataratas-PR na final. O Juventude foi um dos semifinalistas, perdendo a vaga na decisão para o time paranaense.

Fonte:Rodrigo César Fortaleza | CE

Oitomeia e André Luís são campeões na Romênia

 O Imperial Wet se sagrou campeão pela primeira vez da Copa da Romênia, na última segunda-feira (29). E os atletas Oitomeia, ex-Jaraguá, e André Luis Sasse, natural de Massaranduba, fizeram parte do título inédito do time, que venceu o Odorheiu Secuiesc na final, por 6 a 3.

O massarandubense, que não participou da decisão por conta de uma lesão, está no país desde 2018 e defende o Imperial Wet pelo segundo ano consecutivo. Já Oitomeia chegou ao clube em janeiro após não ter seu contrato renovado no Jaraguá e marcou dois gols na final.

A conquista foi exatamente seis anos depois do título da Taça Brasil pelo Aurinegro e numa semana complicada para o experiente jogador que perdeu o pai.

“Foi uma semana difícil e bem triste pela perda do meu pai, mas deu para ganhar o jogo, se divertir e homenageá-lo. Isso é o mais importante”, destacou Oitomeia.

Agora, o ex-jogador do Jaraguá e o massarandubense vão disputar a final da Liga Romena, que começa dia 18 de abril. A disputa será em melhor de cinco jogos, contra o United Galati.

• Jaraguá do Sul | SC

Sporting CP é o grande vencedor da Taça da Liga

 O Sporting CP é o vencedor da 6.ª edição da Taça da Liga de Futsal Placard. Os 'leões' bateram na final o SL Benfica, por 6-2 e reconquistaram um troféu que lhes fugia há três edições.

Ficha de Jogo

Taça da Liga de Futsal Placard
Final
Árbitros: Eduardo Coelho e Filipe Duarte
Pavilhão Multiusos de Sines
Terceiro Árbitro: António Almeida
Cronometrista: Rúben Guerreiro
Sporting CP 6-2 SL Benfica (2-0 ao intervalo)

Sporting CP: Guitta, João Matos - Cap., Cavinato, Rocha e Merlim
Suplentes: Gonçalo Portugal, Erick Mendonça, Pauleta, Mamadú Turé, Diogo Santos, Tomás Paçó, Zicky, Taynan e Pany Varela.
Treinador: Nuno Dias
Golos: Merlim (7'), Rocha (19'), Zicky (21' e 37'), Pauleta (23') e João Matos (40')
Ação disciplinar: -.

SL Benfica: André Correia, Afonso Jesus, Robinho - Cap., Chishkala e Fits.
Suplentes: Martim Figueira, Nilson, Silvestre, Fábio Cecílio, Tiago Brito, Arthur e Henmi.
Treinador: Joel Rocha
Golos: Fábio Cecílio (37') e Silvestre (39')
Ação disciplinar: -.
Fonte:FPF Portugal | POR

Fortaleza Basquete Cearense tem maratona de jogos em Brasília na reta final do NBB

 O Fortaleza Basquete Cearense intensificou as atividades com foco na reta final do Novo Basquete Brasil (NBB). Após readequação do calendário por conta do avanço da Covid-19, a competição tem previsão de retorno em abril, com jogos até o dia 13.

A Liga Nacional de Basquete (LNB) anunciou Brasília como sede dos confrontos. Antes, São Paulo e Rio de Janeiro também iriam receber partidas - em medida alterada devido aos respectivos decretos estaduais.

Assim, o time cearense deve viajar na próxima quarta-feira (31). Com maratona pela frente, encara Minas, Bauru, Franca, Campo Mourão e Paulistano. Pela logística, o Fortaleza BC fica no Distrito Federal até a conclusão dos compromissos.

o todo, serão 30 jogos até o encerramento da primeira fase do NBB. Os quatro melhores classificados garantem vaga nas quartas, enquanto as equipes do 5º ao 12º irão para as oitavas.

No momento, o Fortaleza BC está em 7º colocado na tabela. O time comandado pelo treinador Alberto Bial venceu 13 dos 25 duelos realizados.

JOGOS DO FORTALEZA BC NA RETA FINAL DO NBB

  • 01.04 | Minas x Fortaleza - 16h
  • 03.04 | Bauru x Fortaleza - 12h
  • 06.04 | Fortaleza x Franca - 17h
  • 10.04 | Fortaleza x Campo Mourão - 19h
  • 13.04 | Fortaleza x Paulistano - 20h

DECRETO ESTADUAL

O único representante cearense no NBB teve dificuldades para realizar os treinamentos no mês vigente. Com o aumento de casos do novo coronavírus no Estado do Ceará, o governador Camilo Santana (PT) instaurou um lockdown na Capital e liberou apenas a prática esportiva do futebol.

A atualização da medida restritiva ocorreu no sábado (27), com publicação no Diário Oficial do Estado (DOE). Logo, o Fortaleza Basquete Cearense foi autorizado a treinar de modo regular.

Diário do Nordeste apurou que a equipe chegou a entrar em quadra no NBB sem treinos coletivos. A rotina dos atletas era a realização de atividades físicas individuais.

Fonte:diariodonordeste/Foto:Thiago Gadelha / SVM

Raomi e o futsal

 Raoni é um nome indígena, que na língua tupi é dado ao líder da tribo ou a um grande guerreiro. Está relacionado a força e liderança. O primeiro estrangeiro a herdar a braçadeira de capitão da seleção inglesa de futsal, curiosamente, é brasileiro e foi batizado com tal nome pelo pai, que queria que as raízes do País acompanhassem o filho ao longo da vida. Quando saiu de Londrina, cidade do interior do Paraná, Raoni Medina não imaginava que se tornaria um dos melhores jogadores de futsal da Inglaterra, a ponto de ser capitão da seleção inglesa.

Sua trajetória com a bola foi iniciada quando criança. Aos 5 anos, ele já treinava por incentivo do pai. “Entrei primeiro no futsal, depois na escola”, conta Raoni, em entrevista ao Estadão. Na adolescência, iniciou o processo de transição para o campo e, aos 19 anos, foi contratado por uma agência, que o levou para jogar no Sporting, de Portugal. Apesar do pouco espaço que teve, ele aproveitou os treinos e teve o privilégio de dividir o gramado da academia de futebol com o jovem português, na época franzino, nascido na Ilha da Madeira, Cristiano Ronaldo.

“Eu não era selecionado para jogar, mas treinava todos os dias. Cristiano era jovem. Devia ter entre 15 e 16 anos e dividia o espaço de treino com a gente, do sub-23. Ele era muito diferenciado e já tinha essa mentalidade de campeão”, recorda Raoni, que durante seis meses ficou no clube, até seu empresário lhe abandonar. “É aquela velha história, o cara que me levou desapareceu e eu fiquei a ver navios”.

Desiludido por “não ter dado certo”, Raoni resolveu desistir do sonho de se tornar jogador. A princípio, ele não retornaria ao Brasil imediatamente. Sua ideia era passar seis meses na Inglaterra, aprender o idioma e voltar para Londrina, onde tinha a pretensão de se graduar em Educação Física. Um convite para voltar a jogar futebol, no entanto, fez com que ele permanecesse no continente europeu. “Rodei por diversos clubes semi-profissionais da Inglaterra. Isso até os 25 anos, quando meu primeiro filho nasceu e eu pensei em parar de jogar”, conta.

Raoni disse que se sentia iludido com o que fazia. “Não dava mais para achar que eu era jogador e viver sem pensar no amanhã”, conta. Ele queria continuar dentro dos gramados, mas não na condição de semi-profissional. O problema é que no esporte o tempo voa. Com 25 anos, já não tinha mais espaço para se consolidar nas primeiras divisões. “Eu precisava ganhar o dia de amanhã e pensava: o que vai ser quando eu parar?”, disse.

A criação da liga inglesa de futsal, contudo, fez com os planos de Raoni tomassem outro rumo. Ele aposentou as chuteiras de travas, mas tirou do armário o tênis de sola emborrachada. “A liga estava sendo criada. Sabiam que eu já havia jogado e me recrutaram. A princípio, eu não queria ir devido ao amadorismo. Quando eu entro em algo, entro para dar o melhor, mas eles me convenceram que seria uma competição decente e eu fui”.

Raoni ajudou a estruturar o London Helvecia, time que hoje acumula mais títulos. No início, ele trabalhou em diversas funções. “Eu só não era presidente”, disse. O reencontro com o futsal foi excelente e tirou todas as incertezas que o acompanhavam na vida. Com o passar dos anos, ele ganhou notoriedade e tornou-se um jogador de destaque. Quase sempre entre os melhores, tanto que hoje Raoni acumula 15 títulos da liga nacional de futsal.

Sua vida estava consolidada, mas ainda lhe faltava algo. “Eu queria fazer parte da seleção inglesa, mas ainda não podia tirar a cidadania por causa do tempo em solo britânico”, conta. Ele esperou. Nesse meio tempo, manteve-se em atividade e jogou por diversos clubes, sempre buscando dar o seu melhor. Não pensou em voltar para jogar no Brasil porque não fazia sentido. Era melhor pernacer onde sua carreira doi construída. Seu passaporte finalmente saiu, em 2015. No mesmo ano, Raoni foi convocado.

Os jogadores ingleses viram com desconfiança a chegada do brasileiro à seleção. “Eles são muito fechados. A cultura é bem diferente da brasileira, principalmente nesse aspecto”, conta. “Mas não me intimidei. Quis provar que estava ali porque merecia. Era minha maior ambição, meu sonho. Minha meta antes do primeiro jogo foi decorar o hino”, conta, recordando que foram duas semanas intermináveis até o som da canção grudar em sua cabeça.

Raoni chegou à seleção com 33 anos. Ele tornou-se o primeiro estrangeiro a ser convocado. “Eu vim de uma vida muito boa no Brasil, mas tinha amigos que não tinham o que comer. Minha realidade, apesar de distinta da maior parte dos brasileiros, ainda assim era muito diferente da dos britânicos. Meus companheiros de seleção tinham casa, curso superior e um carro do ano. Jogar para eles era um hobbie. Para mim, ao contrário, era a vida. Eu precisava batalhar para ter as coisas e isso me fez chegar onde cheguei”, avalia.

O primeiro ano de seleção foi muito difícil. Raoni conta que não chegou a sofrer bullying, mas algo muito parecido acontecia. Ele respondia a intimidação de seus companheiros dentro da quadra. Sua dedicação chamou a atenção do treinador. O esquadrão inglês havia sido desclassificado da Copa do Mundo e o então capitão tinha deixado a equipe por causa do resultado vexatório.

Raoni estava a caminho da concentração quando recebeu uma ligação do assistente técnico. “Ele disse que eu teria uma surpresa quando chegasse no hotel”. Entrando no saguão, ele avistou toda a comissão técnica. O treinador, que estava sentado em um sofá, levantou e foi em sua direção. “Eu achei que fosse levar uma bronca. Não estava entendendo nada”, disse. Foi então que o técnico revelou o convite para assumir a vaga deixada pelo líder do time. “Eu aceitei sem pensar duas vezes. A emoção era tanta que subi para o meu quarto tremendo”, conta.

Se os conflitos com os demais companheiros de seleção já eram frequentes, como capitão foram ainda mais recorrentes, já que um estrangeiro recém chegado tinha assumido o posto. “Nunca olhei a braçadeira como algo acessível pra mim. Eles andavam com a faca, mas eu nunca dei motivo para me apunhalarem”, explica Raoni. A aversão ao brasileiro começou a diminuir depois de seu discurso antes do primeiro jogo no cargo.

“Olhei no olho de todos. Peguei o brasão e disse: Estão vendo isso aqui? Ninguém dentro desse ginásio sente esse brasão mais do que eu. Eu escolhi estar aqui! Lutei e sofri para que esse momento fosse possível”, disse Raoni, que, naquela ocasião, estava sob os olhares espantados de seus colegas. Ele marcou dois gols na partida. O último garantiu a vitória à Inglaterra. “Não poderia ter sido melhor”, relembra, saudoso.

Hoje, aos 39 anos, ainda no posto de capitão, Raoni planeja jogar sua última temporada. Ele espera o futsal ser restabelecido na Inglaterra – está suspenso em decorrência da covid-19. Sua meta é encerrar a carreira do mesmo jeito que entrou, campeão no London Helvecia. Ele estuda para trabalhar nos bastidores e implementar projetos de transição entre futsal e futebol em clubes europeus.

Fonte:Raul Vitor São Paulo | SP/lnf

A cidade de Belém recebe a 24ª Edição da Taça Brasil de Clubes Sub-15 Masculino Divisão Especial

 A Edição 24ª da Taça Brasil de Clubes – Sub-15 Masculino – Divisão Especial acontecerá entre os dias 15 a 21/08/2021 na cidade de Belém (PA).

As Federações que compõe a divisão são:PR, CE, PE, PB, DF, PA, GO, SE, RJ, MG, RR.

Os clubes que farão a composição das vagas serão indicados por suas respectivas Federações, além do Tuna Luso Brasileira, que tem vaga garantida por sediar a competição.

Fonte:cbfs

Futsal Adulto: Definidas as datas de estreia do Ceará na Copa do Brasil 2021

 A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) definiu as datas dos confrontos do Ceará Futsal na 5ª edição da Copa do Brasil. Essa será a segunda participação do Vozão no torneio. Em 2020 o Mais Querido, em sua primeira disputa, chegou até a final do campeonato ficando com o segundo lugar. Nesta temporada a Copa do Brasil terá duração de 4 meses e contará com a participação de 30 equipes.

Atual vice-campeão da segunda maior competição nacional da modalidade, o Alvinegro estreia fora de casa diante do Sampaio Futsal/MA no dia 20/04. O time maranhense irá mandar seus jogos na cidade de Parnaíba, no Piauí. O jogo da volta entre as equipes acontece no dia 02/05, no Ginásio Vozão. O vencedor do confronto enfrentará Balsas/MA ou JES Futsal/PI.

O elenco alvinegro segue a preparação para a disputa das competições na temporada. O grupo vem realizando treinos diários em dois períodos, no Ginásio Vozão, sob o comando da comissão técnica do treinador Deividy Hadson, que falou sobre as atividades de pré-temporada e a expectativa para o início dos jogos na temporada.

“Nosso grupo vem realizando bons treinamentos e os novos atletas vem conseguindo assimilar os conceitos que aplicamos, gostaríamos de ter condições de realizar amistosos, até pra ter mais ritmo de competitividade, mas estamos trabalhando no que podemos fazer nesse momento. Nós sabemos que pelo 2020 que fizemos viramos ainda mais um alvo forte dentro do cenário do futsal, e com isso esperamos uma temporada de muitos desafios, mas essa situação também nos força a sermos mais fortes e nos prepararmos ainda mais e é isso que estamos fazendo”, disse o comandante alvinegro.

Além da Copa do Brasil, o Vozão irá disputar mais quatro torneios oficiais no ano: Copa Estado do Ceará, Campeonato Cearense, Taça Brasil e Copa Nordeste.

Fonte:Departamento de Comunicação - CSC

Histórico: há 20 anos, Jaraguá do Sul fazia seu primeiro jogo na Liga Nacional de Futsal

 A primeira vez a gente nunca esquece. Ainda mais se tratando de algo tão promissor e importante. Pois há exatos 20 anos, o futsal de Jaraguá do Sul fazia o primeiro jogo de sua história na Liga Nacional. Era 23 de março de 2001, quando 700 pessoas lotaram o Ginásio Wolfgang Weege, no Parque Malwee, para assistir a estreia de um time catarinense no campeonato, que estava em sua sexta edição na época.

Com o aporte da Malwee Malhas, a equipe jaraguaense debutava na competição com uma base de atletas que já vinha dominando o cenário catarinense e reforçada por grandes nomes da modalidade. Entre eles, o goleiro Franklin, os alas Dedé Pará e Sandrinho, o pivô Ortiz, além do técnico Fernando Ferretti.

Todo esse cenário e o clima extonteante acabou se refletindo em quadra. Pior para o União Educacional de Brasília (Uneb), do Distrito Federal, que veio a Jaraguá do Sul e foi a vítima naquele jogo de sexta-feira, às 20h30.

Impulsionada pela torcida que fazia um barulho ensurdecedor nas arquibancadas do acanhando ginásio, a então Malwee/FME não deu qualquer chance ao adversário. Com apenas dois minutos, o time que vestia cinza já fazia 1 a 0, com o fixo Júlio César cravando seu nome na história do clube ao marcar o primeiro gol do futsal jaraguaense na Liga. Ainda antes do intervalo, Xande, hoje técnico do Blumenau, ampliou a vantagem.

Sem poder de reação, a Uneb oferecia poucos perigos à meta de Franklin e ainda viu os donos da casa construírem a vitória em goleada no segundo tempo. Sandrinho e Chiquinho colocaram a diferença em quatro gols. A equipe do Planalto Central chegou a diminuir, com Vinícios, mas Chico fez mais um para os mandantes.

Antes do fim do confronto, os representantes do Distrito Federal ainda desperdiçaram um pênalti, que manteve o placar final de 5 a 1 para a Malwee/FME. Foi naquela noite mágica que o futsal de Jaraguá do Sul escrevia o primeiro capítulo de sua história na Liga Nacional.

De lá para cá, o clube engrandeceu, conquistou quatro títulos da competição e tantos outros em torneios nacionais e continentais, se tornando uma das agremiações mais respeitadas do salonismo brasileiro e mundial.

Cheques pré-datados para participação e campanha

Sem o Juventus, que havia se afastado das competições profissionais, a Associação Desportiva Jaraguá (ADJ), entidade por trás do futsal de alto rendimento na cidade, viu que aquele era o momento certo para atrair a atenção dos torcedores jaraguaenses. Portanto, em 2001, resolveu confirmar participação na Liga Nacional. Sem um grande investidor até então, o clube utilizou cheques pré-datados da conta de um dirigente para estar no torneio.

Caso não encontrasse um patrocinador em tempo hábil, os cheques seriam devolvidos pelo banco e a vaga retornaria à Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), mas isso não precisou acontecer após a Malwee Malhas abraçar o projeto. Com a confirmação da vaga, a equipe de Jaraguá do Sul entrou no Grupo A e enfrentou, em turno e returno, o Vasco da Gama (RJ), Carlos Barbosa (RS), Osasco (SP), Wimpro/GM (SP), Foz (PR) e Minas (MG).

Depois, fez mais 12 partidas, contra os times da outra chave, que eram Ulbra (RS), Flamengo (RJ), Corinthians (SP), Banespa (SP), UCS (RS), Rio Verde (GO). Com 34 pontos somados (9 vitórias, 8 empates e 7 derrotas), a Malwee/FME não chegou nas semifinais, mas já começava a mostrar sua cara no futsal brasileiro, premeditando a grandeza que teria anos mais tarde.

Fonte: Lucas Pavin Jaraguá do Sul | SC/lnf