“Sim. Desde o início, o professor Ferretti comentava, quando cheguei
para treinar com nove anos, já cheguei todo de preto, que era a cor
preferida dos goleiros na época, amava ser goleiro”.
No futebol de campo, suas referências eram Raul Plassmann e Taffarel,
já no futsal, Galli diz que eram os goleiros Serginho (SP), Serginho
Coelho, Lula, Lavoisier.
Desde 2015 no Corinthians, Galli diz que é uma grande satisfação e
muita responsabilidade em um clube como o Corinthians, onde já
conquistou títulos importantes, dentre eles, a LNF (Liga Nacional de
Futsal), em 2016.
Ao longo de sua carreira, Marcelo Galli passou por algumas experiências internacionais e diz qual foi a mais marcante:
“Acredito que na seleção da Libya por conta da barreira da língua e a conquista da UEFA de 2013, pelo Kairat”.
Recentemente, foi celebrado o Dia do Goleiro e Marcelo Galli diz o que esta data representa para ele:
“Acho bacana ter uma data, essa profissão muitas vezes injustiçada,
vamos do céu ao inferno em segundos, dependendo da situação. É merecedor
essa homenagem, tanto para os goleiros, quanto os preparadores de
goleiro”.
No último mundial, os goleiros que mais se destacaram, foram
justamente os brasileiros (Leo Higuita, Guitta e Higor). Nosso país
ainda é um formador de goleiros?
“Eu acredito que sim, tendo em vista os nomes citados, eu vejo o
cenário favorável e seguiremos formando outros bons atletas. Na minha
opinião, isso tem a ver com o trabalho desenvolvido desde a base pelos
preparadores de goleiro”.
Galli encerra falando sobre seus projetos profissionais, além do Corinthians:
“Fui convidado juntamente com outros profissionais da área, e me
senti muito honrado pelo convite, para desenvolver um livro de
preparação específica de goleiros de futsal, seguir desenvolvendo
goleiros mais completos através do meu CT”.
Marcelo Galli está todas às terças-feiras, ao vivo, no canal Mundo da
Várzea, pelo Facebook, conta com um grande trabalho em uma escolinha
para goleiros e recentemente, lançou sua grife oficial.
Foto:@wg_esportes
Fonte:Por Gilberto Santos | X1 futsal / Luciano Andrade